quarta-feira, 2 de julho de 2008





Hail amigos headbangers! Estamos inaugurando esse blog que tratará de rock em geral, especialmente heavy metal. Anteriormente, tínhamos nosso endereço no blog UOL, agora nos mudamos para o Blogspot.

Para iniciar, combinei com meus amigos de blog (Sieg, Sucry e Matheus) fazermos pequenos reviews sobre os realeses mais importantes do hard rock / metal entre 2007 e início de 2008. Portanto, dou início ao blog com as 3 bandas a mim incubidas: André Matos solo, HIM e Sonata Arctica.


André Matos – Time to Be Free (2007)

Gênero: Power Metal

Formação do CD: André Matos (voz e piano), Andre Hernandes e Hugo Mariutti (guitarras), Luís Mariutti (baixo), Rafael Rosa (bateria) e Fábio Ribeiro (teclado)

Recém-saído do Shaaman, André Matos monta sua banda solo com os irmãos Mariutti e lança esse álbum que serve como uma “compilação” de todo o que já fez em sua carreira.
Não, não se trata de uma coletânea. Em suas novas canções, André Matos buscou fazer referências a todos seus melhores momentos ao longo da carreira.
A dupla de guitarras bem entrosadas relembra Angra, e é um dos pontos altos do CD. O timbre de voz característico de André Matos também chama atenção. Mas, para mim, a maior qualidade do álbum está nos arranjos de teclado. André sempre se destacou nos arranjos influenciados em clássico, que fez pelas bandas em que passou, e aqui não é diferente. Essa adição faz o CD soar mais forte e grandioso. Destaque para Letting Go, Remember Why e Endeavour.
Vale também lembrar que A New Moonlight trata-se de uma releitura de ‘Moonlight”, que André Matos gravou à época de Viper. Resumindo: Time to Be Free é um CD relevante e agradável para quem é fã do bom e velho metal melódico. Nota: 8,5

HIM – Venus Doom (2007)

Gênero: Love Metal / Metal Alternativo (?)

Formação: Ville Valo (voz), Mikko Lindeström (guitar.), Mikko Migé (baixo), Janne Burton (teclado) e Gas Lipstick (bateria)

HIM é uma daquelas bandas que se ama ou se odeia. Trata-se de uma banda inclassificável conhecida por misturar heavy metal, ao estilo Black Sabbath com Ozzy, com melodias simples e grudentas que variam do pop ao gótico. Em seu último CD, eles resolveram ampliar a “complexidade musical”, fazendo longas incursões instrumentais, amparadas no doom metal e nos solos da guitarra pesada e marcante de Mikko Lindeström.
Destaque para as faixas The Kiss of Dawn, Passion’s Killing Floor e a longa Sleepwalking Past Hope.Detalhe: com o sucesso deste e do álbum anterior (Dark Light) na Europa e nos EUA, HIM se consolida merecida como a banda mais bem sucedida da Finlândia.Venus Doom é um bom álbum, especialmente pelo grande aproveitamento de seu guitarrista. No entanto, embora haja o upgrade no peso (não tanto, mas há) e nas melodias mais longas da banda, esse CD tem seu brilho apagado ao se comparar com os melhores momentos criativos do HIM, como em Razorblade Romance. Nota: 8,0

Sonata Arctica - Unia (2007)
Gênero: Power Metal
Formação do CD: Tony Kakko (v), Jani Liimantainen (g), Henrik Klingerberg (t), Markko Paasikoski (baixo), Tommy Portimmo (bat.)

Em seu quinto álbum de estúdio, podemos afirmar que Sonata Arctica definiu seu estilo próprio. No entanto, esse álbum deixou a mim e a muitos fãs meio descontentes. Ao contrário da opinião de alguns, Unia é um bom CD para mim. Mas não chegou a chamar minha atenção pela falta de peso e de algo mais nas melodias. O novo trabalho do Sonata apresenta um som mais denso, meio sombrio. A velocidade que era talvez a principal característica da banda, foi deixada de lado. As composições estão mais suaves, e muitas das faixas são baladas. Mas o som não foi simplificado a ponto de ser do tipo feito para agradar modistas. É difícil destacar músicas do álbum, já que nenhuma delas me agradou muito. Mas, elegendo minhas preferidas, eu escolho For the Sake of Revenge e Paid in Full. Concluindo, Sonata Arctica, em Unia, agiu de maneira ousada, no intuito de definir seu som único (caminho que já vinha tomando desde Winterheart's Guild). Pelo visto, eles se enjoaram dos excessos do metal melódico e tentaram algo diferente, como muitas bandas que recebiam esse rótulo vem fazendo. A idéia principal foi interessante, porém espero que o próximo álbum traga algo mais de peso ... ou ao menos melodias mais "grudentas". Nota - 7,0


Teste






Comentem! Amanhã trago mais reviews!

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