Whitesnake - Good to be Bad

Gênero: Heavy Metal/Rock Progressivo
Formação: David Coverdale - Vocais, Doug Aldrich - Guitarra Principal, Reb Beach - Guitarra, Timothy Drury - Teclados, Uriah Duffy - Baixo, Chris Frazier - Bateria
Depois de 11 anos sem lançar álbuns com inéditas, o Whitesnake finalmente voltou a inovar com Good to be Bad. Continuando com as letras românticas, e a mesma qualidade músical desse gigante do metal, o álbum apresenta arranjos bem harmonizados com o estilo 'Whitesnake', pesados, mesmo assim bonitos (principalmente os solos).
Destaques vão para a faixa título, que representa o lado pesado do CD, e Summer Rain, em minha opinião a melhor da parte calma de Good to be Bad
Uma curiosidade é que começa num metal bem forte para terminar suave, de Best Years até 'Til the End of Time, nesta última estando presente o som de um violão. Todos os membros ainda fazem um metal de primeira, mesmo depois de tanto tempo.
Recomendado até a quem não gosta de metal, um ótimo trabalho pra recomeçar as inéditas. Nota: 9,5
Dream Theater - Systematic Chaos

Gênero: Metal Progressivo
Formação: James LaBrie - Vocais, John Petrucci - Guitarra, Jordan Rudess - Teclados, John Myung - Baixo, Mike Portnoy - Baterista
O 9º álbum do Teatro dos Sonhos não deixa a desejar em relação aos outros, mostrando que o DT ainda tem técnica de sobra. Bem ao estilo progressivo, com arranjos trabalhados e complexos, todas as músicas tem mais de 5 minutos, chegando a marca de 16 minutos numa única música, no entanto o relógio não é o problema, cada segundo de música conta quando se trata deste grande Teatro.
A harmonia e técnica de seus membros é impressionante, especialmente Petrucci e Rudess, que cobriu a brecha deixada por Derek Sherinian muito bem.
Peculiaridade do álbum: A faixa "Repentance" dá continuidade à saga dos Alcoólicos Anônimos de Mike Portnoy, iniciada no álbum Six Degrees of Inner Turbulence, com a faixa "The Glass Prison". Recomendado pra quem quer conhecer o estilo dessa ótima banda
Nota: 8,7
Dr. Sin - Bravo

Gênero: Hard Rock/Rock Progressivo
Formação: Andria Busic - Baixo e Vocal, Ivan Busic - Bateria e Vocal, Eduardo Ardanuy - Guitarra
O 6º Álbum do Dr. Sin, um das maiores bandas de Hard Rock do Brasil, dessa vez mais pesado do que antes, no entanto sem perder o estilo Dr. Sin. Destaque para as músicas Welcome to the Show, Hail Caesar e Celebration Song. Ouvindo atentamente a última, nota-se uma assemelhação com Led Zeppelin (!). Nos contras vem o fato da guitarra de Ardanuy estar um pouco mais fraca que nos álbuns anteriores (como Brutal) mas ainda assim fizeram um trabalho muito bom em Bravo. A mudança de peso não foi tão bem aceita por mim, mas ouvindo com mais calma percebi que o Dr. Sin mandou muito bem.
Nota: 9
Manowar - Gods of War
Gêneros: Power Metal; Symphonic Metal; Heavy Metal
Formação: Joey DeMaio - Baixo; Eric Adams - Vocal; Karl Logan - Guitarrista; Scott Columbus - Bateria
Hail and Kill! Manowar continua sua obra em nome de Odin, literalmente. Gods of War é o primeiro de uma série de álbuns que se dedica aos deuses da mitologia nórdica. Escolheram começar com um estouro, o deus máximo dos nórdicos, sendo a maioria das músicas do álbum centrada neste. Algumas músicas poderiam ser chamadas de hino, tendo pouco instrumental, mas para compensar uma letra envolvente e marcante, de acordo com o tema do álbum. O Manowar também não deixou a desejar no instrumental, onde não faltam solos incríveis e mesmo quando não a espaço para um grande show de Karl Logan, um acompanhamento muito bom. Destaque para as músicas Loki God of Fire (Filho de Odin! também é relacionado =P), Die for Metal (uma música bônus, muito boa) e Sleipnir. Uma coisa que também chama atenção é a facilidade em entender a letra das músicas. Quem gosta de Metal, ou de Mitologia Nórdica, vai gostar de Gods of War
Nota: 8,7
Megadeth - United Abominations

Gêneros: Thrash Metal
Formação: Vocal e Guitarra - Dave Mustaine; Guitarra - Glen Drover; Bateria - Shawn Drover; James LoMenzo - Baixo
Mais uma grande adição para o acervo Thrash dos fãs, United Abominations é um álbum muito bom. Abordando uma temática talvez crítica aos EUA (UNITED Abominations), músicas como Washington is Next! e Amerikhastan sugerem uma temática anti-guerra, como também a própria capa do álbum. As músicas apresentam guitarras realmente incríveis, característica do Megadeth, Glen Drover infelizmente saiu da banda, para ficar mais tempo com a família. Esperemos que seu substituto possa fazer um trabalho de nível igual ou ainda superior! Destaque para as músicas: A Tout Le Monde (Set me Free) (Que conta com a participação de Cristina Scabbia, do Lacuna Coil), Amerikhastan e Washington is Next!. Há também uma faixa bônus Out On the Tiles, sim, um cover de ninguém mais ninguém menos que Led Zeppelin, mas apenas para os japoneses. Resumindo, United Abominations é um grande álbum do Megadeth, todo fã deve ouvir, e pra quem não é, realmente uma boa apresentação para a banda (também recomendo pra quem gosta de uma boa crítica)
Nota: 9,5
Scorpions - Humanity, Hour I

Gêneros: Hard Rock; Heavy Metal
Formação: Klaus Meine - Vocal; Rudolf Schenker - Guitarra; Matthias Jabs - Guitarra; James Kottak - Bateria; Pawel Maciwoda - Baixo
Com mais de 40 anos de carreira, os Scorpions continuam a fazer o bom e velho Hard Rock (é engraçado como a voz do Klaus nunca muda). Humanity, Hour I é um dos álbuns que mais escuto da primeira banda de hard rock. O tema do álbum é como o título sugere, a humanidade, destacado pelas músicas Humanity, The Game Of Life e Hour I. Matthias Jabs e Rudolf Schenker continuam ótimos guitarristas, apoiados pelos ''cozinheiros'' da banda, James e Pawel. Resumindo, um ótimo instrumental. Dou destaque para as músicas You´re Lovin´ Me To Death, Humanity e Love Will Keep Us Alive. Faixas bônus: versões editadas de Humanity e Love Will Keep Us Alive, e uma outra chamada Cold. Houveram muitos convidados para produzir o álbum, e aqui vão eles: Billy Corgan: Vocais em "The Cross"; Eric Bazilian: Guitarras em "Love Will Keep Us Alive"; John 5: Guitarras em "Hour I"; Russ Irwin: Piano em "The Future Never Dies". Eric Bazilian também participou da composição de várias músicas.
Também um ótimo álbum
Nota: 9,5
Ouçam Todos! Keep Rocking
Um comentário:
[Roy]
Desses da lista eu só ouvi Bravo (Dr. Sin) e Gods of War (Manowar). O novo do Manowar não me agradou muito, as faixas instrumentais são longas demais e tem muita enrolação no meio do disco entre uma faixa pesada e outra. Mas de qualquer forma, o CD é bom! Agora o do Dr. Sin foi para mim, de tudo que ouvi, o melhor álbum de 2007!
Postar um comentário